terça-feira, 24 de agosto de 2010

arriba muchachos

sempre gostei muito de línguas latinas e suas culturas. acho a sonoridade das palavras muito bonita quando ditas livremente num bate papo ou música. o espanhol é a que mais me encanta.


recentemente conheci três músicos latinos que tomaram posse do meu mp3 player: Julieta Venegas, Rodrigo Bueno e Bersuit.

a primeira é uma musicista mexicana e apareceu quando uma amiga que morou lá por uns meses me mostrou uma música. "me voy". ela ressurgiu em 2006 quando cancionou a música miedo com lenine no "lenine - acústico mtv".

busquei algumas músicas dela mas o assédio durou pouco. hoje volta e pegou na veia sua voz e incrível musicalidade.



"el potro" rodrigo, como é conhecido na argentina, é cordobenho e um dos principais representantes do cuarteto, um gênero popularesco de córdoba. posso dizer que é como o calipso brasileiro, mas não como qualidade, sim como figura folclórica da região.

foi em 2000 quando uma música sua ouvi. "la mano de dios" que habla sobre diego maradona.

fiquei dez anos só conhecendo essa música quando resolvi me aprofundar em seu repertório popular por causa do espanhol de fácil entendimento.

ele morreu em 2000 em um acidente de carro, o que, infelizmente, ajudou na divulgação da sua música mais famosa (a própria, do cara que acha que é melhor que o pelé).

para não haver polêmicas, yerba mala é a canção seguinte.



foi um amigo de trabalho que me apresentou o bersuit. famosos na argentina por fazerem músicas de protesto e por sempre usarem pijamas no shows, o grupo me agradou logo de cara. ainda mais quando descobri que regravaram uma música do cazuza. pena que os portenhos não sabem que é brasileiro.





acho que é isso. hasta luego!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Um postzinho bem pequenininho

Há muito tempo venho pensando em alguma coisa mega extraordináriamente fantástica para escrever aqui. Pois bem..., essa idéia não veio. Mesmo assim resolvi escrever alguma coisa.

Poderia comentar um infinito de notícias do G1, alguma reportagem do Tv Fama, o corte frenético de algum filme hollywoodiano, da copa e a po*** da vuvuaela ou até mesmo descer o cacete na fdp da vendedora da banca da esquina que não deixou eu jogar a mer** de um papel na lixeira, mas resolvi falar de música.

Muito admiro eu as composições do Chico. Queria saber descrever uma mulher como ele, usar palavras e despalavras pra definir o sentimento e o prazer do sexo. Inventar um elogio, que como único, seria à altura dela.

Não tenho esse dom. (nota-se pelo fato de não saber se tem crase na frase anterior, por isso do negrito)

Outro apreço tenho pelo Lenine. Que cara interessante. Tem um peculiaridade tão peculiar de tocar violão que posso identificá-lo até mesmo num disco da tribo esquimó yupik. Ele diz que é por causa da bateria que tocava antes de aderir ao sexteto de cordas, por isso da quase batucada de acordes.

Me interessou muito o disco de uma tal Antônia Adnet (sim, ela é prima do Marcelo Adnet). Um disco tão simples e tão complexo...

"Meu carnaval é bem pequenininho
Só um banquiho e um violão."

Esse pequeno casal de frases resume todo o resto.

Acho que a falta de prática por aqui me deixou um pouco atrofiado. Empaquei aqui e não sei mais o que escrever e nem como. Vou fazer como Antônia, um "postzinho bem pequenininho". Então me encerro. Hasta!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

quanto tempo...

fiquei muito tempo sem escrever aqui. sei lá, acho que não estava preparado para tal exercício fisico-mental.
nos últimos tempos me passaram muitas coisas, mas uma das que mais me importou foram as referênicas. filmes, livros, textos, músicas, danças, apresentações... tantas opções que até me perco.

tudo é referência.

já dizia um professor nos tempos de faculdade:

"- nada se cria. tudo se copia"

que por sinal, é o lema deste blog. muito controverso, pelas referências que ando tendo.

quando num mundo atual internético a inovação do novo não se tornou necessário?

trabalho:

- o que você acha disso?
- sei lá..., parece muito com...
- e assim?
- não..., tá com cara de...
- p*** que pariu! e assado?
- aff... igualzinho o...

não é novo um site onde você só pode escrever 140 caracteres?
não é novo um site onde qualquer um pode colocar seus vídeos aon invés de tentar a tv?
não é ovo isso aí na frigideira?

numa atual circunstância, o novo é visto como genial e a referência tão acentuada para mim se torna apenas mais uma cópia.
mas cono ser novo? como fazer alguma que ninguém fez?

comece assistindo um filme que ninguém viu, uma peça que ninguém foi ou um espetáculo que ninguém te falou...

depois é só fazer igual, e aí estás uma novidade.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

a nova velha paixão

recentemente decidi tomar posse de uma velha câmera fotográfica de meu pai que estava fora de uso já faz uns anos. batepapeei com o velho sobre a tal, se ela estava boa, etc.

- olha..., faz uns quarenta anos que tenho ela e uns trinta que não a uso. mas ela tá bem guardadinha... talvez esteja inteira.

resolvi me aventurar num novo mundo que por apenas alguns dias da minha vida fiz parte durante aulas na faculdade.

- putz... tá com mofo!
- não! as vezes é só no viewfinder!
- vou mandar limpar!
- nãooooo!!! deixa primeiro eu testar! se estiver ruim a gente manda!

- por favor, eu queria um filme fotográfico.

click! click! click! click!

- e aí?
- ficaram ótimas!! não sabia que eu era praticamente um fotógrafo nato!
- risos

havia me esquecido do prazer que era fotografar. num mundo digital, é raro encontrar uma câmera que ainda precise mandar revelar as fotos. e como foi bom.
posso dizer que hoje me tornei o mais novo velho apaixonado pela fotografia no brasil.



breves obs: sou um péssimo fotografo, mas até que não mandei mal; por alguma motivo filho da pu%#*ta, o texto foi postado sublinhado. paciência...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

um pequeno passo para o homem...

nunca fiz parte de nenhum marco da história, tirando quando meu time de coração saiu da fila após 20 anos em 2002, nunca estive presente em nenhum marco de grade importância.

quando lula assumiu a presidência do brasil em 2002 um amigo foi na avenida paulista comemorar.

- mas o quê você foi fazer lá?

- fazer parte da história do país!

outro foi no show dos rolling stones na praia de copacabana em 2006. ficou a um quilômetro de distância e nem conseguia ver direito.

- mas você foi fazer o quê lá então?
- fazer parte da história do rock no brasil!

mas neste último domingo foi diferente. diferente ao ponto de a minha própria mesma pessoa voltar a escrever neste singelo blog.
no último domingo, 12 de abril de 2009, o programa em que trabalho alcançou a sua maior média de audiência desde sua estréia em 2003.

11 pontos de média com 16,2 pontos de pico!

parecia gol do brasil numa final de copa do mundo. as pessoas vibravam, se abraçavam e registravam em suas câmeras de celular a ocasião.

você caro tvsemtevêior pode achar pouco, mas na verdade é muito se formos comparar com a audiência do resto da programação e se contar que ficamos apenas 5 pontos atrás da rede globo de televisão.

queria parabenizar todos que direta ou indiretamente contribuiram para isso.

isso é apenas um pequeno passo para um editor, mas um gigante passo para a televisão.





segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

quando bom não é o bastante

sou uma pessoa perfeccionista. é uma fato. odeio quando outros, ou quem deveria, não gostam do que fiz. para mim, tudo tem que sair absolutamente perfeito.

essa semana o programa em que trabalho fez uma média de oito pontos de ibope com pico de doze. comparado aos grandes tubarões televisivos não é nada de mais, mas é uma excelente marca quando a casa tem média mensal de dois pontos.

todos felizes, até uma reunião pós exibição na pizzaria.

"- não tá bom! tem que ser melhor, tem que dar mais!"

mais? quanto mais? peralá, essa semana foi dura. não deu pra fazer tudo o que era previsto e como era previsto. teve alguns contratempos, mesmo assim...

"- tem que dar mais!"

pausa de reflexão.

não é pelo fato de ter feito um ótimo programa que deve parar. tem que sempre melhorar. aprender, inovar. essa foi a mensagem que tentou ser distribuída.

quando se trabalha no meio audiovisual não se pode estagnar, ficar na mesmice ou simplesmente ser lembrado por um sucesso passado. quantos e quantas pessoas/artistas não desapareceram da face da televisão nos últimos anos? quantos programas não acabaram? isso porque eles não cresceram, não inovaram num mundo onde não tem perdão.

no sbt quem não aparece não cresce e logo é deixado de lado. não vejo problemas nisso. a televisão vive de audiência que traz merchandising, patrocinadores e consequentemente, dinheiro, que é usado para investir no programa buscando mais audiência e mais patrocínios, etc. não deu audiência, não deu dinheiro. é simples.

para se manter no ramo, é necessário que sempre criemos coisas novas. inovar.

e isso não se aplica só em comunicação. um time de futebol para ganhar um campeonato precisar treinar, se esforçar e inovar, com táticas novas e marcação diferenciada.

não quero dizer para esquecermos do passado e construir algo absolutamente novo, pois isso é uma coisa difícil atualmente. precisamos aprender com o passado e junto com aquilo que já foi, acrescentar um tempero, dar umas batidinhas e sim! está feita uma nova receita de sucesso.

é como se diz no subtítulo deste humilde blog,

nada se cria, tudo se copia.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

o corte certeiro

acabei de ler o livro "num piscar de olhos: a edição de filmes sob a ótica de um mestre" de walter murch. leitura obrigatória para qualquer um que queira se aventurar no mundo da edição de filmes, televisão ou comerciais. é certo que já deveria tê-lo lido, mas apenas o pude agora. daniel rezende, montador brasileiro que concorreu ao oscar de melhor montagem com cidade de deus, disse que apenas um ano após ler o livro trabalhou no filme de fernando meirelles.

no mesmo, walter murch, tido como um dos maiores montadores do cinema, discute e apresenta sua forma de trabalhar na montagem de um filme. um dos capítulos era sobre o momento certo de fazer o corte. capítulo lido, refleti sobre todo o meu trabalho e se algum dia fiz o corte certeiro. cheguei a conlusão de que já cortei errado milhares de inúmeras vezes e outros igualmente o fazem.

de acordo com murch, há seis momentos para se saber quando o corte é bem feito e devem ser respeitados na seguinte ordem.

1- emoção (51%)
2- enredo (23%)
3- ritmo (10%)
4- alvo de imagem (7%)
5- plano bidmensional da tela (5%)
6- espaço tridimensional da ação (4%)

exemplo daqui, explicações dali, eis a questão:

"mas essa regra se aplica na televisão e em outros meios de comunicação?"

no meu recente período de profissão pude perceber que cada situação, lugar e condição requer um momento diferente de ponto de corte.

no telejornlaismo, por exemplo, a informação está acima de qualquer situação ou complexidade, até mesmo da emoção. claro que se um personagem chora durante uma sonora esse contexto se inverte, mas na maioria das vezes a informação é o objetivo pricipal. mesmo quando há algum empecilho como perda de foco da imagem, câmera trêmula ou falta de balanceamento de cor.

a regra se aplica também a programas de entretenimento, seja humor, fofoca, policial, policial sensacionalista, fofoca sensacionalista ou sensacionalismo apenas.

no caso das novelas é mais comum seguir a linguagem cinematográfica, respeitando a regra de seis, mas não é raro assistir um capítulo com cortes perdidos na ilha de edição.

na internet esse conceito ainda não se aplica pelo simples fato da maioria dos vídeos postados no youtube serem de câmeras de celular ou edições caseiras. não há profissionalismo. em sua maioria os vídeos não tem um certo ou errado, o que vale é a intenção do internauta postador.

mas com certeza é possível por em prática a regra de seis de walter murch nos meios de comunicação. basta saber se os meios de comunicação querem incorporar essa regra. assim sendo, vou seguindo com o meu trabalho, cada um no seu quadrado, digo, no seu lugar e com a sua prioridade.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

this is my job

movimento são paulo

reportagem: olívia freitas
edição: thais drummond
finalização e sonorização: bruno de moura

domingo, 18 de janeiro de 2009

a velha nova safra

percebido tenho que de um tempo pra cá surgem cada vez mais novos bons atores. mas o que me causa mais estranhamento é nem sempre eles serem novos.

na série house, m.d. por exemplo. hugh laurie faz uma sensacional interpretação do doutor gregory house, um detetive médico de mau humor negro e sarcástico. talvez essa última que me facina mais. apesar da explosão sucesso chegar graças a série, hugh laurie já fazia parte de nossas vidas cinematográficas. basta assistir stuart little e reconhecer o papai do mínimo rato. ou até em o homem da máscara de ferro e olhar para um dos conselheiros do rei.



um ator que há tempos vem me supreendendo é william bradley pitt, mais conhecido como o brad. clube da luta, snatch - porcos e diamantes, onze homens e um segredo e recentemente o curioso caso de benjamin button, o marido galã de angelina jolie tem feito ótimos papéis na telona e acredito que logo ganhará o oscar.

na mesma onda vem johnny depp, jim carrey, will smith, tom cruise, leonardo di caprio... estão deixando de lado as características beleziais e encarando uma vida interpretada cinematográficamente mais... é... mais... hum... mais!

todos são atores consagrados, podres de rico e que tem no currículo diversos longas. mas todos também estão buscando o novo, o estranho, o incorreto, o magnífico auge que poucos conquistaram. é como se fossem novatos em busca da interpretação perfeita para serem um marco na história como marlon brando.

heath ledger hoje seria quem estaria mais próximo desse marco com "ennis del mar" de "o segredo de brokeback mountain" e o "coringa" em "o cavaleiro das trevas". ledger conseguiu interpretações magníficas, ultrapassando todos os limites já conhecidos por atores. ele estava quase lá.

no brasil não é diferente. grandes atores ressurgem como novatos. alguns até faz um certo tempo. é o caso de wagner moura, lázaro ramos, selton mello, rodrigo santoro... querem chegar onde paulo autran chegou e está. basta ver um dos últimos trabalhos de cada.


e acredite caro tvsemtevêior, logo chegarão.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

this is my job

retrospectiva redetv! 2008

edição e finalização de imagens: bruno de moura

rever novamente o que já foi visto

hoje meu querido irmão me disse que não é legal comentar sobre emissoras de televisão já que trabalho numa.

pois bem, hoje escreverei sobre cinema. o fantástico mundo cinematográfico que mais me encanta a cada dia.

no meu breve período de recesso festivo de fim de ano pude assistir produções que já havia visto. gosto muito deste ato. vocês não sei , queridos tvsemtevêiores, mas rever um filme me dá uma nova visão sobre o mesmo. posso perceber delicados detalhes ofuscados pelo diálogo ou qualquer outra.

chega de saudades (dir: Laís Bodanzky), que se passa na noite de um baile da terceira idade foi, um desses filmes. apreciei melhor a apresentação dos personganes e da única locação. conheci e entendi melhor a história e a necessidade de cada elemento como o dj, o garçom, o malandro, a novata... saboreei cada enquadramento. certamente transformou o filme aos meus olhos.




o costume de rever novamente o que já foi visto é uma prática um tanto quanto... é a mesma sensação de ler de novo um livro. pra quem gosta e o faz, se deleita nos parágrafos e descobre nas entrelinhas inusitadas palavras que antes formavam apenas um rabisco.

no caso do cinema, é possível enxergar planos, contra-planos, trucagens e novas interpretações por entre os cortes. é como se surgisse um novo filme.

esse processo é comum na música, teatro, literatura, cinema, televisão, intenet, dança, enfim... qualquer tipo, raça, credo e cor de arte.

portanto, aqui vai um simples conselho:

reveja novemente o que já viu antes.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

a felicidade clandestina - 2007

a felicidade clandestina


direção: bruno de moura

roteiro: anderson domingos

*infelizmente os créditos do vídeo não estão completos.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

como será o amanhã?

após um ano do início de desastres nas transmissões digitais no brasil e a virada de ano para 2009 me pergunto:

- o que será da televisão? o que a bola de lcd cristalina lhe reserva? que canal virá no próximo click do remoto controle?

com evidência esperamos que mudanças ocorram no mundo televisivo. a começar pela prórpia programação que a cada dia inutiliza os poucos neurônios da população.



sim, o povo brasileiro é burro!

só sendo um animal equus asinus para ibopear a baixa qualidade que a nossa televisão sofre no século 21. não é a *tôa que a cada dia vejo mais e mais pessoas procurando novas formas de se entreter, seja com canais pagos de tv, com internet ou até recorendo ao velho rádio.

*ou seria a tOa de acordo com a nova regra portuguesística???

e de fato há novas mídias de entretenimento e a internet é a maior delas. sempre se modernizando, criando ou reformulando, muitos afirmam que o futuro televisivo e até cinematográfico será o mundo virtual. algumas emissoras até apostam nisso! é só assistir 3 minutos a mtv enquanto prepara um miojo que você perceberá!

confesso que eu, seu blogxeador peso pena, também me rendi a maravilha das terras www's. fiz até este blog que vos lê.

a cada dia surgem mais blog's. a cada dia mais vídeos são carregados. a cada dia mais sites são hospedados.a cada dia mais pesquisas no google são feitas. a cada dia mais fotos são postadas. a cada dia mais e mais informações são depositadas num mundo que nem leis existem. aliás, esse é um fator que ainda me faz acreditar que a televisão ainda é insubstituível.

a falta de legislação e regras na internet permite que qualquer informação possa ser compartilhada. basta ligar a TV (sim, isso foi irônico...) e ler nos noticiários ao vivo e a cores quantos casos policiais dignos de jack bauer envolvendo a internet são transmitidos. talvez os mais famoso seja cicarelli com o namorado não resisitindo a um mergulho geladinho na praia. e ainda, todas as garotas que fugiram de casa para encontrar colegas virtuais. todos os casos de pedofilia. não vou alongar muito.


então, portanto, assim sendo, o futuro da televisão não é tão difícil de não se entender. que as transmissões em high definiton realmente cheguem em high definition para os consumidores televisionários e que nós façamos dela melhor, selecionando os nossos interesses. é como já dizia o velho ditado chinês originário do extremo sul do norte da ásia central:


- o que um não quer, dois não fazem.


se não queremos uma televisão ruim, cheia de lucianas gimenez, marcelos rezendes, sônias abrãos, nelson rubens, edirs macedos, ratinhos, anas marias bragas, basta ter um único movimento e...


click!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

this is my job

diferença nas eleições

reportagem: olívia freitas e daniel fabris
texto e edição: vander pereira
arte: rodrigo dos santos
finalização e sonorização: bruno de moura

video



cartola -100 anos de poesia

texto: andrea pilar
arte: nelson mandu
edição de imagens e sonorização: bruno de moura

video

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

retrô

"hoje, é um novo dia de um novo tempo que começou"

ah...! o fim de ano.

comemorações. encontro de família. festa da firma. amigo secreto/oculto. putz! quem é esse que tirei? presentes desgostosos. outros nem tanto... bebedeira. roupa branca. aquele maldito molho que manchou a camisa nova. sidra cereser. fogos de artifício. sete ondinhas. feliz ano novo!!! e... retrospectiva.
a maldita retrospectiva que todos amam.

para os profissionais de televisão não há nada pior do que retrospectiva.eu fiz a da redetv!.
textos e textos escritos o ano inteiro e com as cores do monitor já amareladas para ler. imagens do fundo do arquivo para reaproveitar. horas e horas encarcerado em ilhas de edição. roteiros. enfim...

uma amiga me perguntou:

- qual é a sua retrospectiva do ano?

não sabia o que responder. pensei. imaginei. inventei. copiei. pesquisei.
acho que a minha retrô é simples. tem três sílabas. começa com trab e termina com alho. descobriu?

esse foi o ano do trabalho. com o canudo (e o diploma dentro) na mão e uma idéia de Jiri(í)co/Giri(í)co na cabeça fui me aventurar e desbravar o mundo televisivo. fiz de tudo. da fofoca ao jornalismo. da comédia ao pornográfico. até vídeo de aniversário passou pelo meu teclado editorial. sonhava, conversava e comia televisão. foi bom.
para o novo ano vou acalmar. quero ter uma retrospectiva melhor.
e você? qual é a sua retrô?
feliz ano novo!

this is my job

estresse no fim de ano

reportagem: olívia freitas
edição de texto: diego zequini
edição de imagens e sonorização: bruno de moura


video

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

marcelo rubens paiva

este ano tornei-me um fã de marcelo rubens paiva, autor do livro que a maioria das pessoas já leram na época de escola e que retrata a sua vida universitária e após sofrer um acidente que o fez virar cadeirante, feliz ano velho.

fui um fiel escudeiro e leitor de sua coluna aos sábados no caderno 2 do estadão. algumas até me deram lápsos de criatividade para criar meus roteiros, porém, contudo, entretanto, nenhum finalizado. me decepcionei quando uma bela manhã deparei-me com uma outra pessoa. adriana falcão. para não jogar a leitura fora resolvi encarar tal descontentamento. gostei, mas ainda prefiro marcelo.

fico imaginando algum grande diretor nacional recriando uma de suas obras, fato que já aconteceu em 1988 com o filme feliz ano velho de roberto gervitz. não emocionou... acho que pelo fato de viver numa situação cinematográfica diferente de vinte anos atrás. também ruim não é o filme. ganhou diversos prêmios no festival de gramado do ano, mas como a maioria dos filmes ncaionais anteriores ao cinema de retomada é bom, mas não causa aquela sensação gostosa de dor no peito, sabe? paciência.
confesso que não conheço sua obra completa. o último livro que degustei foi malu de bicicleta publicado em 2004.
fantástico.
gostaria de assistir numa versão walter sallesiana. sonho seria por Krzysztof Kieslowski. talvez na próxima encarnação. imagina se fico famoso com algum de meus roteiros inacabados?

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

a toda poderosa rede glóbulo television

hoje uma colega de trabalho disse que vai fazer uma entrevista na rede record de televisão. fiquei muito feliz por ela, já que a rede universal do reino de deus de televisão é a emissora que mais cresce (ao contrário do que a redetv! diz).

mas cresce até onde?

é muito comum ver as pessoas falarem que a record vai bater a globo, que a record tá levando todos os artistas da globo, que a igreja tá convertendo os funcionários da globo, que a record será a maior emissora do país...

que nada...

a rede record de televisão cresceu muito nos últimos anos. está fazendo um jornalismo de certa credibilidade e muita vezes chega perto da globo. chega perto. falta muito chão para qualquer emissora tentar ocupar o lugar soberano da fundação roberto marinho. com mais de quarenta anos de existência, a rede globo criou o que podemos chamar de padrão de qualidade de transmissão. tudo que ela faz é bom e dá certo, e não é a tôa.toda a programação da globo (que não vejo mudar a muuuuuuuuitos anos...) já criou e tem seus telespectadores fiéis, assim como a fundação universal do reino de deus edir macedo, e tem seu ibope pedrificado. todas as emissoras concorrentes deveriam seguir o exemplo, e é simplesmente isso que a record aprendeu e está fazendo. copiando/plagiando a rpogramação. novelas iguais, jornais iguais, artistas iguais... até microfones iguais! mesmo assim a record insiste em permanecer com programas de péssima qualidade no ar, apelando até para o velho e pobre pica-pau e sua risada escandalosa.

não é uma novelinha ou outra de alguma audiência um pouco maior que fará o império da rede glóbulo television irá ruir. aliás, as novelas recordianas são de péssima qualidade...
algum tempo atrás a revista carta capital exibiu na capa a manchete:

"a record peita a globo"

realmente, a emissora de edir macedo tenta a todo custo superar a rival. oferece mais dinheiro pelas exclusividades, transmissões de futebol, eventos internacionais, etc, mas não ganha uma! umazinha que seja!

podemos dizer que quando qualquer outra emissora derrubar um presidente, fazer milhões de brasileiros assistirem ao capítulo final de uma novela, transmitir uma porcaria de reality show que todo mundo sabe que é manipulado mas assim mesmo todos assistem e gastam dinehiro com ele ou ser lider de audiência quando a programação da madrugada é interrompida para consertos nos equipamentos, alguém peitou a globo.

meu pai acha que foi a rede glóbulo que levou o rubinho e o massa para a ferrari e que elegeu o lula. eu não duvido, afinal, globo é globo.






quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

crítica: "capitu" mostra que diretor não está acima do bem e do mal

assisti ao dois primeiros cápítulos da microsséire "capitu" de luiz fernando carvalho. Li e ouvi muitas coisas e pessoas falando sobre a produção, como era diferente, uma linguagem nova para televisão, como é bonita, dos novos atores, blá, blá, blá... mas demorou até encontrar uma crítica de alguém que realmente conhece o trabalho do diretor e que não apenas puxa-se o saco do mesmo.

até que enfim encontrei e fiz questão de publicar.


crítica: "capitu" mostra que diretor não está acima do bem e do mal

ALESSANDRO GIANNINI
Editor de UOL Cinema


Talvez seja difícil para quem não conhece a obra do diretor Luiz Fernando Carvalho avaliar seu trabalho em "Capitu", leitura "pop" de "Dom Casmurro", de Machado de Assis, que estreou em forma de microssérie na noite desta terça (09) na Globo. Quem mal passou os olhos pelo que o diretor fez nas novelas ou no cinema talvez não perceba que o primeiro capítulo repete, com roupagem menos erudita, a gramática empregada por ele no filme "Lavoura Arcaica".

O primeiro e único longa de Carvalho, apontado por muitos críticos como um dos mais importantes da chamada "retomada do cinema brasileiro", comete o erro capital de ser literal e reiterativo. Em "Capitu", Carvalho livra-se da literalidade ao apostar em um formato nada naturalista --os personagens trafegam por um cenário de sonhos que parece existir apenas nas reminiscências e na amargura do velho narrador. Mas a reiteração se mantém com a repetição da estrutura do romance, capitular e esquemática, como era comum nos folhetins, inclusive com a colocação de letreiros. E até de segmentos inteiros do texto original.

(Vale destacar aqui a trilha sonora, que arremata o rótulo pop. Tem até "God Save The Queen", do Sex Pistols. Combinar punk com Machado de Assis: o máximo da subversão!)

Carvalho tem mão para escolher novos atores e fazer com que entreguem o que quer. Michel Malamed, o dom Casmurro narrador; César Cardadeiro, o Bentinho jovem; Letícia Persilles, a Capitu também jovem; e outros nomes mais ou menos conhecidos que se revezam na tela são prova disso. Por mais que o exagero os pressione, parecem estar à vontade com isso. Vê-los interpretar é um dos remédios que atenuam o enfado dos excessos.

"Capitu" ainda não terminou, é bem verdade. Está apenas começando. Pode-se dizer que fica entre "Hoje é Dia de Maria", uma realização invejável, e "A Pedra do Reino", uma ousadia inconseqüente, ambos do mesmo diretor. Se corrige eventuais erros de rota, talvez ainda peque em outros conceitos. A verdade é que o olhar de Carvalho para o audiovisual, especialmente a televisão e o cinema, tem qualidade e é diferenciado. Só não está acima do bem e do mal.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

abc do amor - dir. mark levin

no meu círculo de amizades próximas tem de tudo... o/a hippie, o/a playboy, o/a maconheiro, o/a nerd, o/a vagabundo, o/a mala, o/a engraçado, o/a alcoólatra, o/a aventureiro, o/a computadorizado, a gostosa, a simpática, o/a confiável, o/a do trabalho, etc.
mas uma coisa que tem bastante e é maioria são as mulheres. ah isso tem viu... de vez em quando gosto de sair só com elas (nada de amigo gay), só para ver o outro lado da moeda. como são longe da ala dos cuecas, o pensam sobre trabalho, sexo, família, baladas... e uma coisa que aprendi com elas é que pode existir um filme "bonitinho". isso mesmo caro tvsemtevêiores, um filme sem rigores cinematográficos técnicos, sem construção metafórica ou qualquer outra coisa. simplesmente bonitinho.

hoje em meu dia desatarefado de puro ócio criativo na espera do horário para bater meu ponto, assisti a rede glóbulo television e telespectadoriei o filme "abc do amor" de mark levin e entendi o significado do bonitinho das mulheres. não é à tôa que de dez críticas sobre o filme que lí, nove eram de mulheres.

um filme digno de sessão da tarde digasse-se de passagem, que me deu uma outra visão sobre o cinema comercial (as tais comédias românticas).

me recordei da infância e da primeira vez que me deixei iludir pelo sexo oposto. da minha vergonha juvenil e de todas as barbaridades que cometi e de algumas que faço até hoje. minhas dúvidas sobre o dizer, da necessidade de ver e estar ao lado e é claro, dos ciúmes que causariam a 3ª guerra mundial.

tudo isso notei num filme gostoso de ver. com uma fotografia bonita, um bom roteiro e uma boa trilha sonora, "abc do amor" é uma sugestão para assistir com a namorada/mulher/ficante/paquera ou na falta de sozinho mesmo.

mas nunca! nunca na companhia de outros homens! dúvido que algum deles fale:

- que bonitinho...



Um garoto de 10 anos se apaixona por uma amiga de infância, ficando confuso em relação aos seus novos sentimentos.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

a liberdade é azul

finalmente descobri como exibir vídeos do youtube.

e para celebrar tal acontecimento histórico na breve vida do tvsemtevê, um pequeno trecho de a liberdade é azul, fantástica obra componente da trilogia das cores de Krzysztof Kieslowski.
não é preciso descrição. ela fala por sí.


pânico na tv X c.q.c.

chegando ao trabalho hoje me deparei com a seguinte discussão entre dois colegas:
pânico x cqc, quem é melhor?

não é a primeira vez que me pego no meio de tal debate televisivo. quem está no meio sabe que as comparações são frequentes e as opiniões diversas. por tal motivo me atreverei a revelar semelhanças e diferenças.


o pânico na tv tem seu nome transmitido na história da televisão, afinal, qual outro nos atuais ibopes conseguiu fazer um país inteiro abaixar e fazer uma maldita dança siriziense? ou melhor, arrepiou e atrapalhou cinegrafistas globais que tentavam em vão se esquivar de meros seguidores do humorístico na rua, fez com que grandes personalidades fossem de um lado para o outro como silvio santos e galvão bueno.

tecnicamente falando, o pânico tem uma edição inovadora e que talvez seja umas das causas do sucesso. fazer do erro uma piada, cortes secos de um plano para o mesmo, objetos não diegéticos invadindo a tela... tudo isso o pânico criou na televisão atual e é copiado frequentemente por outros (eu mesmo já o fiz).

a saída de dois integrantes não abalaram suas pilastras, pelo contrário, só provou que não fazem falta pois em outro canal foram incapazes de inovar.


o cqc é realmente muito bom e não seria menos já
que é comandado pelo lendário criador do repórter ernesto varella (personagem que sem dúvida é muito semelhante ao rival repórter vesgo). mas vale lembrar que não é um formato novo e sim uma vertente de um famoso programa argentino e que já existe no mundo inteiro.

com uma equipe competente e muito dinheiro no bolso, o cqc já tem suas facetas. uma delas foi a cobertura das eleições estaduais em que conseguiram criar um debate político de forma original e realmente engraçada.

quadros como o top five, cqteste, repórter inexperiente, proteste já e agora o repórter experiente, fizeram com que o humorístico fosse conhecido pelos telespectadores. uma equipe de externa inteligente com perguntas desconcertantes também merece crédito, afinal seus repórteres são do ramo a algum tempo.


na ponta do mouse estes são os critérios básicos de ambos. cada um com sua piada, seu horário, dia e emissora.
e posso afirmar que:

nem melhor, nem pior. apenas diferentes.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

os cem melhores personagens do cinema

os sites e revistas especializadas no assunto adoram um rol com o cem melhores... as dez mais... sempre claro, com alguma eleição discutível.

e na marola, a revista empire divulgou a sua lista dos cem melhores personagens do cinema.

na pole position ficou tyler durden, personagem interpretado por brad pitt em clube da luta. é considerado "estiloso sem precisar fazer esforço, inegavelmente legal e perigosamente carismático", entre outras características. segundo a publicação, o personagem encapsula a idéia de que "os homens querem ser como ele, e as mulheres querem ir para a cama com ele" melhor do que o agente secreto bond, james bond, que aparece na 11ª posição.

como a lista e enorme, aqui vai apenas os 15 primeiros do grid de largada:

1º - Tyler Durden (Brad Pitt em Clube da Luta)
2º - Darth Vader (David Prowse e James Earl Jones em Star Wars, episódios III, V e VI)
3º - Coringa (Heath Ledger em Batman - O Cavaleiro das Trevas)
4º - Han Solo (Harrison Ford em Star Wars, episódios V e VI)
5º - Hannibal Lecter (Anthony Hopkins, em O Silêncio dos Inocentes)
6º - Indiana Jones (Harrison Ford nos quarto filmes da franquia)
7º - Jeffrey Lobowski (Jeff Bridges em O Grande Lebowski)
8º - Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp na trilogia Piratas do Caribe)
9º - Ellen Ripley (Sigourney Weaver nos quarto filmes da franquia Alien)
10º - Vito Corleone (Marlon Brando em O Poderoso Chefão)
11º - James Bond (Sean Connery em 007 Contra Goldfinger)
12º - John McClane (Bruce Willis na franquia Duro de Matar
13º - Gollum (da trilogia O Senhor dos Anéis)
14º - Exterminador (Arnold Schwarzenegger em O Exterminador do Futuro)
15º - Ferris Bueller (Matthew Broderick em Curtindo a Vida Adoidado)

uma metade inteira por favor

a pancadaria da meia entrada já deu muito o que falar.

de um lado do ringue, no corner azul, os estudantes. pobres estudantes que não tem dinheiro para ter acesso a cultura.

no corner vermelho, os produtores e donos de teatros, cinemas, casas de shows, etc, que vêem seu faturamento cair pela metade.

os dois tem razões e motivos para brigar pela justa causa sua, mas quem sairá vencedor de uma luta que nem rock balboa tem peito de entrar?

já faz quase seis meses que não usufruo da minha linda velha carteirinha estudantil que venceu e consegui me formar. mas faz quase seis meses que choro e gostaria de voltar a estudar toda vez que vou ao cinema ou no show de algum artista que é de meu gosto.

a verdade é que a culpa é do governo.

sei que meu discurso parece coisa de socialistazinho de meia tigela (não sou petista), mas a verdade é que a falta de incentivo governamental faz com que essa briga dure milhares de anos, séculos ou até milênios de séculos!

se hovesse incentivo, o produtor não precisaria contar os centavos para realizar seu espetáculo, logo, o custo da entrada cairia (pode-se dizer que até pela metade) o que faria com que um senhor de 50 anos deixasse de ser cara-de-pau e não falsificasse uma carteirinha de teologia da puc.

li neste sábado, dia 6, um singelo artigo-protesto de beatriz segall e paulo pélico condenando o uso da meia entrada, dizendo que se o estudante tem o direito de pagar a metade do preço no teatro, tem o direito de pagar a metade em cestas básicas, médicos ou na compra de jornais.

acredito que foram demais um pouco radicais, mas acertaram em cheio quando datilografaram:

"facilitar a acessibilidade à cultura é uma obrigação constituicional do estado (o governo, não o jornal estadão), e não uma função de particulares."

viu bem né seo governo!?!?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

pelado, pelado, nu com a mão no bolso....

na onda dos filmes de poucos panos,
o site mr. skin, especializado no gênero, elegeu as vinte melhores cenas de nus de 2008.
a grande vencedora foi a atriz mischa barton com o filme um amor para toda a vida (dir. richard attenborough).



aqui vai o ranking completo:
1. Mischa Barton em Um Amor Para Toda a Vida
2. Sophie Monk em Sex and Death 101
3. Heather Graham em Adrift in Manhattan
4. Asia Argento em A Última Amante
5. Neve Campbell em I Really Hate My Job
6. Anna Faris em A Casa das Coelhinhas
7. Amy Smart em Espelhos do Medo
8. Mena Suvari em Stuck
9. Penélope Cruz em Fatal
10. Angelina Jolie em O Procurado
11. Laura Ramsey em As Ruínas
12. Jessica Morris em Role Models
13. Willa Ford em Desejo e Obsessão
14. Carly Pope em YPF
15. Jenna Jameson em Zombie Strippers
16. Jesse Weixler em Teeth
17. Moran Atias em O Retorno da Maldição
18. Vera Farmiga em Never Forever
19. Maria Bello em Downloading Nancy
20. Amy Adams em A Vida Num Só Dia

Entre Lençois - Dir. Gustavo Nieto Roa


estréia hoje dia 5 o longa entre lençois. um filme estrelado por reynaldo gianecchini e paola oliveira, dois globais, que surge logo após o polêmico manifesto de pedro cardoso contra os nus em cena.
o filme tem uma idéia boa, um diretor bom... e dois atores que acusam serem bons... hum... paola oliveira estréia no cinema após alguns papeis em novelas e sua primeira vez será a prova de fogo. gianecchini, galã, atualmente tentando virar um ator cult, mais uma vez utiliza dos dotes físicos numa interpretação.
de acordo com danilo lima da redação terra, apesar dos belos corpos, os dois não mostram nada excepcional, mas a escolha foi certeira, já que ambos tem grande apelo do público.
sendo o filme bom ou não, ficarão felizes os fãs dos globais com cena de strip-tease protagonizada pelos dois.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

beijinho na careca

sim caros tvsemtevêiores foi dessa forma carinhofetuosa que pode ser vista no link abaixo já que eu seu neanthertal escritor não consigo por motivo que ainda não sei qual colocar os vídeos do youtube nesse abençoado blog que meirelles agradeceu aos elogios do torcedor lusitano escritor josé saramago ao final do filme blindness filme repetidamente lembrado ser uma adaptção de seu romance ensaio sobre a cegueira lançado em 1995.


obs: para aqueles que perguntarem se não sei escrever ou que porcaria de texto é esse e para os que sacaram a iluminada brilhante idéia o texto mal e porcamente escrito acima foi inspirado no tema.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

int. tvsemteve - dia

pois é... aqui está a primeira postagem.

nada pra fazer, só esperando a hora passar e chegar, logo você, leitor desatarefado, também está sem nada pra fazer, apenas esperando a hora passar e chegar.
não faço a mínima brilhante idéia do que escrever neste momento moribundo de puro ócio criativo. acho que deveria ser algo do tipo:

"GENTE! CRIEI UM BLOG E ESTÁ É A MINHA PRIMEIRA PORTAGEM! UHU!"

ou:

"A EQUAÇÃO TEÓRICA E=MC2 MOSTRA A RELAÇÃO ENTRE ENERGIA (E), EM QUALQUER FORMA, E MASSA (M). NESSA FÓRMULA, C É APENAS UM FATOR DE CONVERSÃO DE QUILOGRAMAS PARA JOULES, PORQUE JOULES (E) NÃO PODE SER IGUAL A GRAMA (M)."

mas estou muito desatarefado para isso.